Um batalhão foi necessário para retirar a baleia da Macumba

 

Matérias – agosto de 2014 – Jornal do Recreio – Um batalhão de funcionários passou boa parte da tarde de hoje (11/08) na Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes,  para retirar a baleia Jubarte de cerca de 20 metros de comprimento e quase 20 toneladas. Por volta das 14 h30 dois caminhões da empresa Carvalhão, com 10 operários cada  e dois retroescavadeiras mobilizaram dezenas de pessoas. No pouco tempo em que nossa equipe esteve ali no local, contamos quase 50 pessoas, entre agentes do INEA (Instituto Estadual do Ambiente), 12 Guardas Municipais, 15 Guardas _vidas do Corpo de Bombeiros , 20 agentes de limpeza da Comlurb, funcionários da Prefeitura entre outros órgãos começaram os trabalhos de remoção do animal. Inúmeras pessoas se aglomeravam ao redor do animal, dificultando um pouco os trabalhos. Como a via ali é bem estreita, os caminhões enormes tiveram muito trabalho para manobrar e chegaram a danificar os protetores (balizadores de concreto) das calçadas.

O animal, que estava desde sábado na praia com  cerca de 12 metros, tem entre 10 e 12 anos, segundo os pesquisadores. Por volta das 19h, o mamífero foi içado por um Carvalhão e colocado em um caminhão baú, que empinou com o peso do animal. Um enorme caminhão baú já aguardava o animal morto desde o início da tarde e foi levado para o aterro sanitário de Seropédica para testes e depois descarte. Segundo técnicos do INEA é necessário que as pessoas evitem o banho de mar no local.

Segundo o site G1, o biólogo Rafael Carvalho, do Laboratório de Mamíferos Aquáticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), explicou  que é comum que jubartes encalhem nessa época do ano. O inverno, segundo ele, é o período do ano em que a espécie sobe de águas perto da região da Antártica em direção ao litoral do Brasil, em especial a Bahia. De acordo com Rafael, biólogos do laboratório estiveram no local de sábado, mas o animal já estava morto.

Fonte: http://www.jornaldorecreio.com.br/2014/08/um-batalhao-foi-necessario-para-retirar-a-baleia-da-macumba/

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